Fui no Ceasa hoje cedo, buscar flores para enfeitar meu natal.
Sempre que vou lá volto maravilhada e com o bolso bem mais vazio. Adoro o colorido daquelas flores todas juntas, tão diferentes, tão únicas e cada uma mais bela do que a outra.
Fui com pressa, porque tenho um compromisso daqui a pouco.
Sabia o que queria e onde achar e, por isso, fui direto ao ponto.
Nos corredores, vi um senhora tirando fotos com celular. Ela tirava fotos na altura dos olhos. Na hora eu pensei: eu tiraria de cima para baixo, ou me abaixaria para ficar perto das flores, que ficam quase todas no chão.
Mas, corre, que o tempo urge!
Comprei e, no caminho para o carro, parei para ver um mar de flores numa banca. Estava tão lindo, mas tão lindo! Fiquei uns minutinhos ali, olhando, me deliciando. Tinha de tudo um pouco e de todas as cores possíveis. O vendedor achou que eu queria alguma coisa, se aproximou, perguntou, e eu só pude dizer: estou só olhando. Mas dessa vez eu estava olhando mesmo, não era enrolação para não comprar.
Se eu fosse muito doida, e tivesse muito dinheiro disponível, teria levado a banca, do jeito que estava, inteirinha para casa.
Corri para o carro, por que o tempo urgia.
Só quando cheguei em casa me dei conta que podia ter pedido para o rapaz deixar eu tirar uma foto e trazer para cá um pouco da sensação boa que eu senti lá.
Lição de hoje: a vida não pode ser feita com pressa. Há que se caminhar devagar, e deixar o coração aproveitar os momentos, com concentração, com atenção.
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